Bancos comunitários, moedas sociais e políticas públicas : da experiência pioneira do banco Palmas (Fortaleza-CE) ao modelo difusor do banco Mumbuca (Maricá-RJ)

Este texto visa problematizar a relação entre bancos comunitários de desenvolvimento (BCDs) e gestão pública. Para tanto, buscou-se analisar os principais elementos que permitiram essa relação de complementaridade, a partir do estudo de caso de experiências pioneiras, sobre os fatores que nortearam...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Silva, Sandro Pereira, Pereira, Camila Amaral
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Recursos:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositorio:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/11737
Acesso em linha:https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/11737
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Desenvolvimento Social
Moeda
Circulação Monetária
Desempenho Econômico
Economia solidária
Bancos comunitários de desenvolvimento
Moedas sociais
Desenvolvimento local
Agenda governamental
Descrição
Resumo:Este texto visa problematizar a relação entre bancos comunitários de desenvolvimento (BCDs) e gestão pública. Para tanto, buscou-se analisar os principais elementos que permitiram essa relação de complementaridade, a partir do estudo de caso de experiências pioneiras, sobre os fatores que nortearam a evolução das iniciativas de finanças solidárias no território brasileiro e sua inserção na agenda de governos de diferentes Unidades Federativas (UFs). Foi possível identificar que essa temática tem se manifestado por meio de um arranjo operacional inovador, orientado em torno da elaboração e da execução de políticas sociais, embora não esteja imune a tensões e limites inerentes à própria administração pública.