#EleSim, #EleNão, #ElaSim, #ElaNão: O TWITTER E AS HASHTAGS DE AMOR E DE ÓDIO NA CAMPANHA PRESIDENCIAL BRASILEIRA DE 2018

Considerando o uso difundido de hashtags no Twitter, o objetivo deste artigo é analisar como estas foram usadas para manifestar amor e ódio aos candidatos à presidência da república em 2018. O arcabouço da Teoria da (Im)Polidez constituíram a base para análise dos dados, assim como estudos acerca do...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Adorno Marciotto Oliveira, Ana Larissa, Carneiro, Marisa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL)
Repositorio:Linguagem em (Dis)curso (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br:article/7365
Acceso en línea:https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/Linguagem_Discurso/article/view/7365
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Impolidez. Pragmática das hashtags. Twitter. Eleições presidenciais 2018. gênero textual digital
Descripción
Sumario:Considerando o uso difundido de hashtags no Twitter, o objetivo deste artigo é analisar como estas foram usadas para manifestar amor e ódio aos candidatos à presidência da república em 2018. O arcabouço da Teoria da (Im)Polidez constituíram a base para análise dos dados, assim como estudos acerca do estilo conversacional digital (SCOTT, 2015). Entre 6 de setembro a 6 de outubro de 2018, postagens dos candidatos bem como de seus seguidores foram coletadas diariamente, totalizando cerca de 3000 tweets. Em geral, os resultados indicam que as hashtags atuaram como estratégias para intensificar manifestações de apoio a um determinado candidato por meio de postagens feitas no perfil de seu concorrente, sendo também usadas para manifestar ataque explícito e não-racionalizado a rivais. Além disso, as hashtags apresentavam conteúdo derrogatório e injustificado, além de pouco elaborado e superficial. Esse uso aponta para um anti-debate, marcado, paradoxalmente, por apoio e ataque, e impolidez linguística.