Paciente, curado, vítima ou sobrevivente de câncer urológico? Um estudo qualitativo

Objetivo: descrever os significados que os pacientes atribuem ao termo sobrevivente do câncer e analisar as identidades assumidas por eles de acordo com sua experiência com a doença. Métodos: estudo qualitativo com método narrativo, referencial teórico da antropologia médica e conceito de identidade...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Oliveira, Rafaela Azevedo Abrantes de, Zago, Márcia Maria Fontão
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:inglés
español
portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/156366
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/156366
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cancer Survivor
Survivors
Anthropology Medical
Qualitative Research
Oncology Nursing
Narration
Supervivientes de Cáncer
Supervivientes
Antropología Médica
Investigacíon Cualitativa
Enfermería Oncologica
Narración
Sobreviventes de Câncer
Sobreviventes
Antropologia Médica
Pesquisa Qualitativa
Enfermagem Oncológica
Narração
Descripción
Sumario:Objetivo: descrever os significados que os pacientes atribuem ao termo sobrevivente do câncer e analisar as identidades assumidas por eles de acordo com sua experiência com a doença. Métodos: estudo qualitativo com método narrativo, referencial teórico da antropologia médica e conceito de identidade. O estudo incluiu 14 participantes, homens e mulheres, diagnosticados com câncer urológico. As entrevistas semiestruturadas foram realizadas na residência dos indivíduos, após confirmação da participação. Resultados: oito participantes assumiram ser sobreviventes, mas cinco também assumiram pelo menos uma outra identidade, além de sobrevivente do câncer. Em contraste, entre os seis que se definiram como curados, apenas um indicou outra identidade. Quatro se consideraram como vítimas e apenas dois como pacientes com câncer. No entanto, os últimos - paciente com câncer e vítima - assumiram pelo menos uma outra identidade associada. Conclusões: permitir que os pacientes reflitam sobre si mesmos e sobre sua experiência com a doença, além de se atribuírem uma nova identidade, estará diretamente relacionado com o bemestar e o momento pelo qual o sobrevivente está passando. Portanto, pode direcionar o cuidado na fase de sobrevivência ao câncer de acordo com o contexto individual de cada sobrevivente.