Caracterização físico-química e física das polpas congeladas de caju (Anacardium occidentale L) comercializadas no município de Campina Grande-PB

O presente trabalho teve como objetivo caracterizar físico-química e fisicamente as polpas congeladas de caju (Anacardium occidentale L) comercializadas no município de Campina Grande, considerando-se os seguintes parâmetros: umidade, sólidos totais, pH, sólidos solúveis totais (°Brix), acidez total...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Silva Filho, Edmilson Dantas da, Araújo, Gabriela Silva, Braz, Airton Silva, Paz, Janaina Gomes Herculano
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB)
Repositorio:Revista Principia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.ifpb.edu.br:article/124
Acceso en línea:https://periodicos.ifpb.edu.br/index.php/principia/article/view/124
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:caju
polpa congelada
congelamento
armazenamento
Descripción
Sumario:O presente trabalho teve como objetivo caracterizar físico-química e fisicamente as polpas congeladas de caju (Anacardium occidentale L) comercializadas no município de Campina Grande, considerando-se os seguintes parâmetros: umidade, sólidos totais, pH, sólidos solúveis totais (°Brix), acidez total titulável, cor e atividade de água. As polpas congeladas foram adquiridas nos supermercados da cidade citada. Os resultados foram tratados estatisticamente com análises de variância seguida pelo Teste de Tukey a 5% de probabilidade. As variações de alguns parâmetros físico-químicos e físicos estudados, quando comparados com os valores relatados por outros autores e pela legislação vigente, podem ser atribuídas às diferenças de qualidade das matérias-primas nas diferentes marcas de polpas de caju. As principais diferenças encontradas nas marcas (A, B, C e D) e o não atendimento aos padrões de identidade e qualidade poderão ser minimizados através da padronização das matérias-primas utilizadas. Em relação à aluna surda, conclui-se que é possível contribuir para r a construção do seu conhecimento científico bem como interagir com o uso da língua de sinais a partir de atividades teóricas e práticas.