A tragedy doomed to repeat itself time and again : monstrous representations in Guillermo Del Toro's The Devil's Backbone (2001)

Este artigo analisa representações de monstruosidade no filme A Espinha do Diabo (direção de Guillermo del Toro, 2001). Os principais suportes teóricos contemplam questões relacionadas à monstruosidade (ASMA, 2009; COHEN, 1996) e ao mal (CALDER, 2020). A análise aponta a presença de um movimento que...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Mayer, Gabriel da Fonseca, Zanini, Claudio Vescia
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/255512
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/255512
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Toro, Guillermo del
Cinema
Ficção
Gótico
Monstros
Mal
Monster
Evil
Gothic fiction
The Devil’s Backbone
Descrição
Resumo:Este artigo analisa representações de monstruosidade no filme A Espinha do Diabo (direção de Guillermo del Toro, 2001). Os principais suportes teóricos contemplam questões relacionadas à monstruosidade (ASMA, 2009; COHEN, 1996) e ao mal (CALDER, 2020). A análise aponta a presença de um movimento que veio a tornar-se típico na obra de del Toro, qual seja, a identificação do espectador com personagens de aparência monstruosa e o distanciamento de personagens de aparência humana em vista da monstruosidade maléfica que apresentam ao longo da narrativa. Partimos da hipótese que a personagem de forma não-convencional é humanizada e ganha relevância narrativa, enquanto a figura de forma humana é monstrificada devido a seu comportamento sombrio. Tal dinâmica está ancorada à presença de tropos recorrentes na ficção gótica e no contexto da guerra civil espanhola em que o filme se passa. As complexas relações entre humanidade e monstruosidade presentes na trama forçam o público espectador a questionar e compreender a essência da monstruosidade e ressignificar a humanidade.