Corpografias negras: afetividades e pedagogias emancipatórias em práticas antirracistas
O que pode um corpo negro? Esta dissertação objetiva discutir e ampliar o debate acerca da construção de narrativas de reexistência de corpos negros, destacando a pluralidade e os valores positivos na constituição de imagens, referências e identidades de corpos racializados. Trata-se de refletir sob...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-16052025-170035 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8161/tde-16052025-170035/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Afetividades Affections Black corpographies Corpografias negras Emancipatory knowledge Ethnic-racial relations Pedagogias emancipatórias Relações étnico-raciais Territorialidades Territorialities |
| Sumario: | O que pode um corpo negro? Esta dissertação objetiva discutir e ampliar o debate acerca da construção de narrativas de reexistência de corpos negros, destacando a pluralidade e os valores positivos na constituição de imagens, referências e identidades de corpos racializados. Trata-se de refletir sobre e com corporeidades negras, em relação às possibilidades de ser, viver, sentir e aprender, desde manifestações afrodiaspóricas, nas quais valores de pertencimento, musicalidade, corporeidade e mobilidade são entendidos como motrizes de experiências diversas e de potências ancestrais. A dissertação tem como referência vozes, narrativas e experiências de pensadoras negras como bell hooks, Nilma Lino Gomes, Conceição Evaristo e Leda Maria Martins, que representam continuamente vozes invisibilizadas, silenciadas e objetificadas no Brasil, para repensar relações raciais a partir de narrativas que se contrapõem à perspectiva estereotipada de corpos não-brancos, tendo o Projeto Giralab: Educação, cultura, antirracismo e decolonialidade como prática descrita, auxiliando na construção de espaços de formação antirracistas. Objetiva-se, assim, contra-narrar, a partir de experiências e análises de corpografias negras, com vistas a fornecer referências teóricas e práticas que possibilitem romper com as estruturas que nos impedem de realizar plenamente o sentido de Ser da negritude, para além das imagens, práticas e narrativas de violência. Ressalta-se, desse modo, o protagonismo negro na construção de nossa própria história, para trilharmos o caminho da emancipação |
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