Manual Bilíngue de Jogos e Brincadeiras Indígenas: interculturalidade, modos de vida e sustentabilidade
É de grande relevância integrar os saberes cotidianos e os conhecimentos dos ancestrais indígenas com as práticas sociais e o processo de formação e desenvolvimento humano. Podemos considerar o brincar enquanto prática social aprendida nas relações sociais e nos diversos espaços compartilhados na co...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Santo Amaro (UNISA) |
| Repositorio: | Repositório Digital Unisa da Universidade Santo Amaro |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:dspace.unisa.br:123456789/2746 |
| Acceso en línea: | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/2746 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Jogos Indígenas Brincadeiras Indígenas Povos Originários Brincadeiras |
| Sumario: | É de grande relevância integrar os saberes cotidianos e os conhecimentos dos ancestrais indígenas com as práticas sociais e o processo de formação e desenvolvimento humano. Podemos considerar o brincar enquanto prática social aprendida nas relações sociais e nos diversos espaços compartilhados na comunidade, nas condições naturais para as brincadeiras e nos interesses das crianças em imitar os adultos. Assim, os jogos e brincadeiras trazidos pelos indígenas adultos traduzem as atividades vivenciadas em suas infâncias nas aldeias. São a marca de sua cultura e representam os seus costumes e tradições. Este manual é oriundo de pesquisa proposta aos discentes do ensino médio do Instituto Federal do Amazonas (IFAM –SGC), localizado na cidade de São Gabriel da Cachoeira, no estado do Amazonas como forma de ressignificar a cultura no espaço lúdico no âmbito da prática da Educação Física e também valorizar a diversidade étnica e a sustentabilidade. O resgate de jogos e brincadeiras de seus antepassados, por meio da pesquisa com pessoas mais velhas de sua convivência, ocorreu com o intuito de vivenciá-las para que as mesmas não caíssem no esquecimento. Ademais foi proposto aos estudantes ressignificá-las no ambiente escolar e incorporá-las nas aulas de Educação Física tornando-se sujeitos do processo de resgate e adequação ao ensino da Educação Física Escolar e de disseminação desses jogos e brincadeiras num contexto da interculturalidade, pois em São Gabriel da Cachoeira coabitam não indígenas e indígenas de diferentes etnias do Médio Rio Negro. Neste sentido, o registro e disseminação dos jogos e brincadeiras indígenas com um olhar para a sustentabilidade e a interculturalidade atuará como um importante processo de apropriação das características culturais e modos de vida, desta sociedade específica, suas raízes e tradições. Esperase contribuir também para a apropriação do conteúdo deste material por outras escolas, em diferentes culturas. |
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