Fernando de Azevedo: uma nova organização do trabalho didático para uma escola renovada (1927-1931)

Este artigo tem como objeto a proposta para a organização do trabalho didático em Fernando de Azevedo (1894-1974). Nesse sentido, o objetivo desse trabalho é apresentar e problematizar a proposta de Fernando de Azevedo sobre o trabalho didático na sociedade capitalista. Para atingir esse objetivo, f...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Brito, Silvia Helena Andrade de, Cardoso, Maria Angélica, Oliveira, Rosely Gonçalves de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositorio:Revista HISTEDBR on-line
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8649861
Acceso en línea:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8649861
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Organização do trabalho didático. Fernando de Azevedo. Escola Nova.
História da Educação
Descripción
Sumario:Este artigo tem como objeto a proposta para a organização do trabalho didático em Fernando de Azevedo (1894-1974). Nesse sentido, o objetivo desse trabalho é apresentar e problematizar a proposta de Fernando de Azevedo sobre o trabalho didático na sociedade capitalista. Para atingir esse objetivo, foram utilizadas como fontes primárias as obras de Fernando de Azevedo, bem como fontes secundárias, necessárias ao enriquecimento das reflexões aqui apresentadas. Assim, na primeira parte do artigo serão discutidas as categorias que presidirão as análises sobre as propostas azevedianas: trabalho didático e organização do trabalho didático. O segundo momento versa sobre os quatro elementos da organização do trabalho didático que serão analisados: a relação educativa; os recursos didáticos; o espaço físico e as políticas educacionais. À guisa de conclusão, enfatize-se que, apesar da crítica de Fernando de Azevedo à organização do trabalho didático na chamada escola tradicional e a proposta renovadora voltada para transformar esta organização, o viés liberal de sua análise estabelece os limites de suas propostas, que não chegaram ao âmago do problema, ou seja, foi incapaz de desvelar o caráter orgânico do trabalho didático em relação ao capitalismo, enquanto forma de organização da vida social.