Elipse, parábola e hipérbole em uma geometria que não é euclidiana

Neste artigo, apresenta-se uma pesquisa qualitativa realizada com sete estudantes de uma disciplina de Álgebra Linear e Geometria Analítica, a qual teve por objetivo responder à questão: como alunos de um mestrado profissionalizante em ensino de Matemática interpretam e representam elipses, parábola...

Full description

Bibliographic Details
Author: Leivas, José Carlos Pinto
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2014
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Repository:Revemat - Revista Eletrônica de Educação Matemática
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:periodicos.ufsc.br:article/33643
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/revemat/article/view/1981-1322.2014v9n2p189
Access Level:Open access
Description
Summary:Neste artigo, apresenta-se uma pesquisa qualitativa realizada com sete estudantes de uma disciplina de Álgebra Linear e Geometria Analítica, a qual teve por objetivo responder à questão: como alunos de um mestrado profissionalizante em ensino de Matemática interpretam e representam elipses, parábolas e hipérboles utilizando a métrica dos catetos? O trabalho foi realizado com duas duplas e um trio, para quem foi proposto resolver uma questão a ser entregue por escrito ao professor pesquisador. A atividade constou como avaliação para a aprendizagem dos estudantes e os resultados comprovaram que todos conseguiram interpretar e representar, corretamente, cônicas na métrica dos catetos, caracterizando-as, assim, numa geometria não euclidiana, a chamada Geometria do Táxi ou Geometria Urbana.