A CONSTITUIÇÃO DA SUBJETIVIDADE E DA ALTERIDADE: DESEJO E PIEDADE EM JEAN-JACQUES ROUSSEAU
Este artigo busca articular a noção de subjetividade de Rousseau descrevendo suas duas motivações básicas – autopreservação e piedade – e suas faculdades cognitivas (sensação, percepção, imaginação, memória e razão), focando a análise da primeira parte na categoria de desejo e de hábito, qu...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) |
| Repositorio: | Kínesis (Marília) - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www2.marilia.unesp.br:article/4393 |
| Acceso en línea: | https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/4393 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Rousseau Natureza humana Subjetividade Alteridade Ética Desejo |
| Sumario: | Este artigo busca articular a noção de subjetividade de Rousseau descrevendo suas duas motivações básicas – autopreservação e piedade – e suas faculdades cognitivas (sensação, percepção, imaginação, memória e razão), focando a análise da primeira parte na categoria de desejo e de hábito, que em conjunto formam as paixões do indivíduo singular. A abordagem do nosso autor principia por descrever a constituição essencial do indivíduo humano e define sua ação por suas motivações básicas, que visam saciar suas necessidades. No segundo momento é posta a questão da alteridade, mostrando as condições que possibilitam seu surgimento, e quais a impossibilitam. A anterioridade do si e a compreensão do sofrimento através da capacidade natural da piedade, aliados à capacidade do transporte imaginário, aparecem de um lado; do outro o amor-próprio e o jogo do eu relativo, gerando a alienação e a perda da autorrelação imediata, impossibilitando a alteridade. Reflete-se, por fim, sobre a questão dos limites da alteridade no pensamento de Rousseau e se a anterioridade e primazia do si é um problema que lhe limita ou não. |
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