A PIEDADE NATURAL EM JEAN-JACQUES ROUSSEAU

O filósofo setecentista Jean-Jacques Rousseau considera a piedade como um sentimento humano que, ao proporcionar a identificação com o outro, estabelece os primeiros laços que unem os homens entre si. Através da piedade, o homem sofre no sofrimento do outro, pois percebe que pode padecer dos mesmos...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bezerra, Gustavo Cunha
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE)
Repositorio:Colloquium Humanarum (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/524
Acceso en línea:https://journal.unoeste.br/index.php/ch/article/view/524
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Piedade
Rousseau
Estado de Natureza
Descripción
Sumario:O filósofo setecentista Jean-Jacques Rousseau considera a piedade como um sentimento humano que, ao proporcionar a identificação com o outro, estabelece os primeiros laços que unem os homens entre si. Através da piedade, o homem sofre no sofrimento do outro, pois percebe que pode padecer dos mesmos males. Cabe à imaginação ativar a piedade nesse movimento de lançar-se para fora de si, e desse modo, a piedade, apesar de natural, se manifestaria apenas após a reflexão. Na sociedade moderna, a piedade não é capaz de promover verdadeiramente os laços de humanidade, pois o homem se distanciou de sua natureza. Assim, uma educação que privilegiasse o desenvolvimento natural desse sentimento poderia recuperar a bondade das primeiras sociedades.