Mobilização de células da papila apical por C-GSF para enriquecimento de populações de células-tronco
O termo mobilização está relacionado com mecanismos intrínsecos das células em responder a estímulos quimiotáticos promovidos por moléculas sinalizadoras. Diante da versatilidade quanto aos possíveis uso dessas moléculas, existe a possibilidade de serem utilizadas in vitro para enriquecer populações...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | tese |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositório: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-30072020-095045 |
| Acesso em linha: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23154/tde-30072020-095045/ |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Apical papilla Células-tronco G-CSF Mesenchymal stem cells Mobilização Mobilization Papila Apical |
| Resumo: | O termo mobilização está relacionado com mecanismos intrínsecos das células em responder a estímulos quimiotáticos promovidos por moléculas sinalizadoras. Diante da versatilidade quanto aos possíveis uso dessas moléculas, existe a possibilidade de serem utilizadas in vitro para enriquecer populações celulares com melhores propriedades terapêuticas. Isso posto, foi proposto um estudo utilizando o enriquecimento de células-tronco de papila apical a partir da mobilização induzida pelo fator estimulador de colônias de granulócitos G-CSF (do inglês granulocyte-colony stimulating factor), substância que possui aprovação para uso em humanos pela food and drug administration (FDA). As células mobilizadas da papila apical foram avaliadas in vitro quanto as suas propriedades cinéticas de diferenciação, proliferação, clonogenicidade, e por imunofenotipagem. Para ensaio funcional in vivo as células mobilizadas foram transplantadas em animais normorreativos, com o intuito de observar a interação com o sistema imunológico. O que foi visto é que as células mobilizadas apresentam uma melhor eficiência clonogênica, ou seja, formam mais colônias. Também foi visto que as células mobilizadas perdem expressão para CD44, o que pode estar relacionado com a alteração em moléculas de adesão para adquirir um fenótipo que possibilite a mobilização. As populações estudadas de papila apical, de uma forma geral foram negativas para STRO-1, porém positivas para CD34. O que se conclui é que o G-CSF seleciona populações de papila apical in vitro mais eficientes para formar unidades de colônias. Adicionalmente foi visto que as células da papila apical não sofrem diferenciação osteo/dentinogênica quando transplantadas em camundongos imunocompetentes. |
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