Ângulo de ocorrência do pico de torque extensor e flexor do joelho nas posições sentada e supina

O ângulo de ocorrência do pico de torque (âPT) fornece subsí­dios para a elaboração de protocolos de treinamento muscular. Poucos estudos têm avaliado o âPT sob diferentes angulações do quadril e a grande variabilidade de amplitude de movimento entre os indiví­duos dificulta essa comparação. O objet...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Couto, Moisés Costa do, Sales, Rafael Moreira, Rodrigues, Marco Aurélio Benedetti, Moura Filho, Alberto Galvão de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/1491
Acceso en línea:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1491
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Isokinetic dynamometer
Muscle strength
Range of motion
Dinamómetro isocinético
Fuerza muscular
Rango de movimiento
Dinamometro isocinetico
Forza muscolare
Gamma di movimento
Dinamômetro isocinético
Forçã muscular
Amplitude de movimento
Força muscular
Descripción
Sumario:O ângulo de ocorrência do pico de torque (âPT) fornece subsí­dios para a elaboração de protocolos de treinamento muscular. Poucos estudos têm avaliado o âPT sob diferentes angulações do quadril e a grande variabilidade de amplitude de movimento entre os indiví­duos dificulta essa comparação. O objetivo deste estudo foi verificar a influência das posições sentada e supina no ângulo de ocorrência e na magnitude do pico de torque (PT) dos músculos extensores e flexores do joelho considerando a amplitude de movimento articular individual. Quinze homens (idade: 23,07 ± 3,08 anos; peso: 72,28 ± 7,66 quilogramas; altura: 1,78 ± 0,05 metro;) realizaram dez contrações isocinéticas concêntricas de extensão e flexão do joelho nas posições sentada (85º de flexão do quadril) e supina (10º de flexão do quadril) a 60º/s. Os dados foram relativizados de acordo com a amplitude máxima de flexão do joelho. O PT extensor do joelho foi maior na posição sentada em comparação a posição supina: 194,87 ± 34,84N.m e 169,13 ± 32,23N.m, respectivamente (p=0,045). O PT flexor do joelho também foi significativamente maior na posição sentada em relação à posição supina: 117,07 ± 21,08N.m e 92,07 ± 14,63N.m (p=0,001). O âPT extensor foi atingido a 41,35 ± 7,54% e 33,61 ± 7,40% (p=0,008) da amplitude total do joelho, nas posições sentada e supina respectivamente. Enquanto o âPT flexor foi alcançado a 32,50 ± 7,29% e 24,94 ± 6,39% (p=0,005) da amplitude do joelho, em ambas as posições. Conclui-se que a posição supina proporcionou uma antecipação do âPT extensor e flexor do joelho, e a posição sentada favoreceu uma maior magnitude do pico de torque extensor e flexor do joelho.