Atmospheric pollution effects on childhood health: an environmental study in the Paraíba Valley

OBJETIVOS: estimar as correlações entre os níveis de poluentes atmosféricos e o número de internações por doença respiratória em crianças, em hospital universitário. MÉTODOS: trata-se de um estudo ecológico de série temporal. Os dados sobre poluentes atmosféricos foram obtidos junto à CETESB e os da...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Nascimento, Luiz Fernando C., Módolo, Maria Carolina C., Carvalho Jr., João A. [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2004
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/26696
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S1519-38292004000400005
http://hdl.handle.net/11449/26696
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Poluição do ar
Doenças respiratórias
Saúde ambiental
Saúde infantil
Air pollution
Respiratory tract disease
Environmental health
Child health
Descripción
Sumario:OBJETIVOS: estimar as correlações entre os níveis de poluentes atmosféricos e o número de internações por doença respiratória em crianças, em hospital universitário. MÉTODOS: trata-se de um estudo ecológico de série temporal. Os dados sobre poluentes atmosféricos foram obtidos junto à CETESB e os dados sobre internação hospitalar, junto ao SAME do Hospital Universitário de Taubaté, Brasil. O estudo se refere a dados e internação do ano de 2001. Para estudar as correlações dos valores dos poluentes entre si e entre as internações, utilizou-se da técnica de correlação de Pearson. Foram estimados os riscos relativos para internação por doença respiratória comparando os quartis dos agentes poluentes com os valores do primeiro quartil. A significância estatística adotada foi alfa = 5%. RESULTADOS: foram internadas 158 crianças com doença respiratória no ano de 2001 (30% do total de internações no ano). Os poluentes estiveram correlacionados entre si e houve correlação positiva, entre o número de internação e dióxido de enxofre e material particulado; houve aumento de 25% no risco de internação comparando o quarto quartil e o primeiro quartil. CONCLUSÕES: houve correlação positiva entre número de internações por doenças respiratórias e poluentes atmosféricos.