Estudo do funcionamento diferencial do item em um instrumento de avaliação da personalidade
Estudos que relacionam traços de personalidade e inteligência (do ponto de vista psicométrico) são bastante recentes e vêm se ampliando devido à constatação de que a inteligência pode exercer influência no modo como as pessoas respondem a testes de personalidade (e vice-versa). Assim, a presente pes...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMPINAS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional PUC-Campinas |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.sis.puc-campinas.edu.br:123456789/15980 |
| Acesso em linha: | http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/15980 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | personalidade TRI inteligência DIF personality intelligence |
| Resumo: | Estudos que relacionam traços de personalidade e inteligência (do ponto de vista psicométrico) são bastante recentes e vêm se ampliando devido à constatação de que a inteligência pode exercer influência no modo como as pessoas respondem a testes de personalidade (e vice-versa). Assim, a presente pesquisa buscou verificar, com o uso da estimativa do funcionamento diferencial do item (DIF), a influência do nível de inteligência, sexo e escolaridade nas respostas a um instrumento de auto-relato da personalidade. A amostra foi composta por 161 estudantes, de Ensino Médio e Superior, de ambos os sexos, os quais responderam à Bateria Fatorial de Personalidade e dois subtestes da Bateria de Provas de Raciocínio (raciocínio abstrato e verbal). Para a estimativa do DIF existe a exigência de se trabalhar com 2 grupos, de forma que o procedimento de divisão dos grupos foi a divisão natural para sexo e escolaridade e para o nível de inteligência, os participantes foram divididos em dois grupos: média baixa e média alta. A estimativa da dificuldade de cada grupo em cada um dos 126 itens que compõem o instrumento de personalidade foi calculada, sendo posteriormente comparadas com o objetivo de identificar a presença ou não de DIF. Os resultados demonstraram que, usando dois critérios de medidas de DIF, vemos que, de acordo com o critério de Mantel-Haenzel (contraste maior que 0,42) nenhum dos itens apresentou DIF, entretanto, considerando-se os índices de diferença de probabilidade (menor que 0,05) vemos que para nível de inteligência 11 dos 126 itens apresentaram funcionamento diferencial para os grupos, para escolaridade 17 dos 126 itens apresentaram DIF, e por fim, para sexo 22 dos 126 itens apresentaram funcionamento diferencial para os grupos. Dessa forma pode-se verificar que uma proporção pequena de itens mostraram-se influenciados pelo nível de inteligência do respondente, sendo que a maior parte dos itens que apresentaram DIF pertencem a variável sexo e ao fator Abertura. |
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