Da proposição à ação de uma ópera coreográfica: uma autoetnografia
Este trabalho apresenta uma autoetnografia em diálogo com os artistas que participaram da ópera coreográfica: \"Aniversário e Morte de Queen Mary II\", no NUO-Ópera Laboratório. Portanto, o objetivo desta investigação é descrever, narrar, contextualizar e situar o processo desta obra conce...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-02102019-095218 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-02102019-095218/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | autoethnography autoetnografia dança dance opera opera choreography ópera coreográfica ópera teatro theatre |
| Sumario: | Este trabalho apresenta uma autoetnografia em diálogo com os artistas que participaram da ópera coreográfica: \"Aniversário e Morte de Queen Mary II\", no NUO-Ópera Laboratório. Portanto, o objetivo desta investigação é descrever, narrar, contextualizar e situar o processo desta obra concebida especialmente para o NUO-Ópera Lab. Faremos isso, a partir das memórias dos artistas, que participaram, e de material audiovisual, trazendo as falas dos autores integrantes do NUO-Ópera Lab. que não são narradores/depoentes/produtores de dados/interlocutores da pesquisa, mas, assinam a autoria desse trabalho conosco. Os processos práticos/reflexivos desta obra artística e deste texto nos levam a acreditar que a ópera tem várias camadas. E são nessas muitas camadas que a riqueza da ópera habita. Não é nem o texto, nem a música, nem a dança, mas sim, a ação que está nesta amálgama. A ópera é o teatro da ação, na perspectiva do transgênero. Passamos a entender o que é ópera e como se dá a direção em ópera, através do processo transdisciplinar que acontece no NUO-Ópera Lab. Esse processo como um todo, artístico reflexivo, proporcionou turning points pessoais, ou seja, cada integrante envolvido no processo achou insights pessoais, dando sentidos e significados próprios; e turning points grupais, coisas que foram mais gerais e coletivas. |
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