Prevalence of hysteroscopic alterations in patients with recurrent pregnancy loss
Objetivo: Determinar a prevalência de malformações uterinas e distúrbios endometriais diagnosticados por histeroscopia de consultório em mulheres com perda gestacional recorrente (RPL). Métodos: Análise retrospectiva de prontuários médicos de 114 pacientes encaminhadas a um hospital universitário te...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/77404 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.1016/j.jeud.2023.100001 http://hdl.handle.net/1843/77404 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Miscarriage Hysteroscopy uterine anomalies Aborto espontâneo Histeroscopia Utero |
| Sumario: | Objetivo: Determinar a prevalência de malformações uterinas e distúrbios endometriais diagnosticados por histeroscopia de consultório em mulheres com perda gestacional recorrente (RPL). Métodos: Análise retrospectiva de prontuários médicos de 114 pacientes encaminhadas a um hospital universitário terciário em Belo Horizonte, Brasil, entre janeiro de 2014 e agosto de 2022, devido a um histórico de dois ou mais abortos espontâneos (grupo RPL) e 1144 mulheres se preparando para fertilização in vitro devido à infertilidade do casal (grupo controle). Todas as participantes foram submetidas a uma histeroscopia diagnóstica de consultório na fase proliferativa do ciclo menstrual. A prevalência de alterações histeroscópicas foi comparada entre os grupos RPL e controle e entre mulheres com dois versus três ou mais abortos espontâneos, usando o teste qui-quadrado. Resultados: Em comparação com o grupo controle, o grupo RPL teve uma prevalência maior de malformações uterinas (15,8% vs. 4,6%, p < 0,001), aderências endometriais (12,3% vs. 3,3%, p < 0,001) e endometrite (10,5% vs. 3,7%), e uma prevalência menor de pólipos endometriais (6,1% vs. 14,9%, p = 0,01). Malformações congênitas estavam presentes em 18/114 pacientes (15,9%), das quais 11 casos (9,7%) eram útero septado/bicorno. Não houve diferença entre a prevalência de alterações histeroscópicas em pacientes com dois versus três ou mais abortos espontâneos (35,3% versus 42,8%, x2= 0,395, p = 0,529). Conclusão: A frequência de malformações uterinas e distúrbios endometriais pode ser alta em pacientes com RPL, incluindo aquelas com apenas dois abortos anteriores. Este achado apoia a investigação de distúrbios uterinos em mulheres com histórico de RPL. |
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