Síndrome de Burnout em professores universitários
O estudo investigou os sinais indicativos da Síndrome de Burnout professores de ensino superior, bem como as estratégias de enfrentamento utilizadas para manter-se na atividade laboral. Participaram 49 professores. Foi aplicada a Escala de Caracterização de Burnout e um questionário para obtenção do...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/104978 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/104978 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Esgotamento profissional/psicologia Esgotamento profissional/etiologia Docentes Saúde ocupacional Estresse psicológico/etiologia Estresse psicológico/terapia. Burnout professional/psychology professional/etiology Faculty Occupational health Stress psychological/etiology Stress psychological/therapy. |
| Sumario: | O estudo investigou os sinais indicativos da Síndrome de Burnout professores de ensino superior, bem como as estratégias de enfrentamento utilizadas para manter-se na atividade laboral. Participaram 49 professores. Foi aplicada a Escala de Caracterização de Burnout e um questionário para obtenção dos dados demográficos e identificação das estratégias de enfrentamento. Os dados foram analisados e apresentados em estatísticas descritas e a regressão logística foi usada para verificar a associação entre as variáveis demográficas e Burnout. Os resultados apontam que cerca de um quarto dos participantes apresentou sintomas compatíveis com a Síndrome de Burnout. A desumanização foi o item com maiorpercentual de alto nível, reportada por 30,6% dos professores. Tendo em vista o caráter multifatorial da síndrome de Burnout, é importante compreender os fatores laborais e psicossociais que podem estar associados ao adoecimento, pois isso pode contribuir para a inserção dos docentes em intervenções voltadas para o bem-estar e qualidade de vida no trabalho. |
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