A mão do poeta: signo, símbolo e léxico
Este texto busca refletir sobre a circunstância lexical da mão do poeta em dois poemas de “Fernando Pessoa” ¯ um proveniente da obra Fausto e outro do heterônimo Álvaro de Campos. A ideia de um léxico próprio ao ato simbólico da mão poética é aqui referendada pela noção de um dicionário da passagem...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Matraga (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/26085 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/matraga/article/view/26085 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | signo léxico poemas Pessoa. sign lexicon poems poetry |
| Sumario: | Este texto busca refletir sobre a circunstância lexical da mão do poeta em dois poemas de “Fernando Pessoa” ¯ um proveniente da obra Fausto e outro do heterônimo Álvaro de Campos. A ideia de um léxico próprio ao ato simbólico da mão poética é aqui referendada pela noção de um dicionário da passagem entre a natureza e a cultura que o espera. Nesse sentido, o léxico da mão do poeta testemunha, por ilusão e ironia, o nada saber da poesia, configurando-o como singular endereço: para o outro, a linguagem. Assim, os poemas, como criaturas que são, revelam a “lexicologia incondicional” daquela mão. |
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