Equoterapia na paralisia cerebral: percepção do cuidador

Objetivo: avaliar mudanças comportamentais e habilidades motores de crianças com paralisia cerebral em equoterapia na percepção do cuidador. Materiais e Métodos: trata-se de um estudo descritivo, transversal e quantitativo, composto por 13 pais/cuidadores de crianças com paralisia cerebral, com idad...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Durães, Renata Ribeiro, Coelho, Gabrielle dos Santos, Costa, Stffaner Lory Freitas, Fagundes, Paulo Tadeu Morais, Lopes, João Vitor Nunes, Pestana, Priscylla Ruany Mendes, Silva, Gabrielle Ferreira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Faculdades Integradas do Norte de Minas (FUNORTE)
Repositorio:Bionorte
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.funorte.edu.br/revistas/index.php:article/620
Acceso en línea:http://revistas.funorte.edu.br/revistas/index.php/bionorte/article/view/620
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Paralisia Cerebral
Fisioterapia
Equoterapia assistida
Cuidador
Descripción
Sumario:Objetivo: avaliar mudanças comportamentais e habilidades motores de crianças com paralisia cerebral em equoterapia na percepção do cuidador. Materiais e Métodos: trata-se de um estudo descritivo, transversal e quantitativo, composto por 13 pais/cuidadores de crianças com paralisia cerebral, com idade entre 2 e 16 anos, realizado no município de Montes Claros-MG, Brasil. A coleta de dados foi feita através de um questionário online respondido pelo cuidador acerca da evolução do tratamento. Resultados: 69,2% dos participantes passaram a interagir melhor, 84,6% apresentaram melhora em ambiente domiciliar e 77,8% no ambiente escolar, e todas as crianças apresentaram melhora da autoconfiança após iniciarem o tratamento. No que se refere à associação entre tempo de tratamento e a melhora da capacidade da criança em ficar sentada com apoio, observou diferença estatisticamente significante (p=0,02). Conclusão: os participantes relataram melhora das interações sociais, funções motoras de vida diária e, principalmente, da capacidade de ficar sentado com apoio.