Equoterapia na paralisia cerebral: percepção do cuidador

Objetivo: avaliar os efeitos da equoterapia na paralisia cerebral (PC) mediante a percepção do cuidador. Material e Métodos: estudo de caráter descritivo, corte transversal e análise quantitativa. A amostra foi composta por 13 pais de crianças com PC, com idade de 2 a 16 anos, realizada no Brasil. A...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Antunes, Vitor José Santos, Fagundes, Paulo Tadeu Morais, Coelho, Gabrielle dos Santos, Costa, Stffaner Lory Freitas, Durães, Renata Ribeiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Faculdades Integradas do Norte de Minas (FUNORTE)
Repositorio:Bionorte
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.funorte.edu.br/revistas/index.php:article/1178
Acceso en línea:http://revistas.funorte.edu.br:80/revistas/index.php/bionorte/article/view/1178
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Paralisia Cerebral
Fisioterapia
Equoterapia Assistida
Descripción
Sumario:Objetivo: avaliar os efeitos da equoterapia na paralisia cerebral (PC) mediante a percepção do cuidador. Material e Métodos: estudo de caráter descritivo, corte transversal e análise quantitativa. A amostra foi composta por 13 pais de crianças com PC, com idade de 2 a 16 anos, realizada no Brasil. A coleta de dados foi feita através de questionário online com os pais. Foi utilizado o software SPSS (Statistical Package for the Social Sciences), versão 21, para a análise estatística, e o nível de significância estabelecido para todas as análises foi de 5%. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Associação Educativa do Brasil (SOEBRAS), conforme o parecer consubstanciado n°: 5.227.943. Resultados: em relação à interação com outras crianças, 69,2% da amostra passaram a interagir melhor, 84,6% apresentaram melhora em ambiente domiciliar, 77,8% apresentaram melhor desempenho em ambiente escolar, e todas as crianças apresentaram melhora da autoconfiança após iniciarem o tratamento. No que se refere à associação entre o tempo de tratamento e a melhora da capacidade da criança em ficar sentada com apoio, foi observada diferença estatisticamente significativa. Conclusão: a percepção dos pais de crianças com PC em relação ao tratamento de equoterapia foi positiva, ao relatar os benefícios obtidos com a melhora das interações sociais, das funções motoras de vida diária e, principalmente, da capacidade de ficarem sentadas com apoio.