Necessidades do bebê com deficiência física na creche : a percepção de educadoras

Este estudo teve como objetivo investigar a percepção de educadoras frente às necessidades de duas bebês com deficiência física em contexto de inclusão na creche. Realizou-se um estudo de caso múltiplo, com seis educadoras que atendiam a turma de Mariana (24 meses), e quatro educadoras que atendiam...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Bossi, Tatiele Jacques, Rodrigues, Antônia Madeira, Sehn, Amanda Schöffel, Piccinini, Cesar Augusto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/256462
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/256462
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Educadores infantis
Bebês
Educação inclusiva
Babies
Early childhood education
Inclusive education
Bebés
Crianza del niño
Educación inclusiva
Descripción
Sumario:Este estudo teve como objetivo investigar a percepção de educadoras frente às necessidades de duas bebês com deficiência física em contexto de inclusão na creche. Realizou-se um estudo de caso múltiplo, com seis educadoras que atendiam a turma de Mariana (24 meses), e quatro educadoras que atendiam a turma de Vitória (18 meses), as quais responderam uma entrevista semiestruturada. Ambas as bebês tinham deficiência física e frequentavam escolas de educação infantil da rede pública de Porto Alegre. Os dados foram analisados através de diversas leituras do material, produzindo um relato clínico. Em relação à Mariana, as educadoras destacaram a necessidade de estímulo e de suporte físico à bebê, bem como a importância do afeto na relação educadora-bebê, presente em um ‘olhar a mais’, mais sensível. Quanto à Vitória, as educadoras reforçaram a importância da integração entre as áreas da saúde e da educação, assim como de um olhar mais atento às diferentes necessidades da bebê com deficiência. A partir dos resultados, foi possível compreender nesse ‘olhar a mais’, destacado pelas educadoras como necessário para atender à demanda das bebês com deficiência física, uma exigência de maior disponibilidade corporal e psíquica.