DADOS QUE ENGANAM OU QUE APAGAM A HISTÓRIA? A DRAMATICIDADE DAS ESTATÍSTICAS NA COBERTURA TELEJORNALÍSTICA SOBRE FEMINICÍDIO
Este trabalho tem o objetivo de examinar os efeitos de sentido produzidos pelo discurso jornalístico sobre feminicídio, especificamente no que diz respeito à utilização de estatísticas nestas narrativas. O corpus de análise é composto por 43 matérias de telejornais da Rede Globo, que foram veiculada...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista Alterjor |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/212577 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/alterjor/article/view/212577 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Femicide Telejournalism Emotion Feminicídio Telejornalismo Emoção |
| Sumario: | Este trabalho tem o objetivo de examinar os efeitos de sentido produzidos pelo discurso jornalístico sobre feminicídio, especificamente no que diz respeito à utilização de estatísticas nestas narrativas. O corpus de análise é composto por 43 matérias de telejornais da Rede Globo, que foram veiculadas entre 2018 e 2020 e disponibilizadas na ferramenta Globoplay. A hipótese do presente artigo é que a quantificação do feminicídio atua em conjunto com o recurso à emotividade dos espectadores, detendo a função de chamar a atenção e promover o choque – porém, não no sentido de um ganho informativo, mas sim de uma dramaticidade despotencializada. |
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