A prática de caminhada nórdica pode reduzir a preocupação com a ocorrência de quedas em pessoas com doença de Parkinson? Um estudo piloto

Introdução: a preocupação com a ocorrência de quedas da própria altura e a redução da capacidade físico-funcional costumam acompanhar a Doença de Parkinson (DP). A melhora funcional induzida pela Caminhada Nórdica (CN) talvez reduza a preocupação com as quedas da própria altura nessa população. Obje...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Casarotto, Veronica Jocasta, Figueiredo, Anelise Ineu, Schiavo, Aniuska, Zanardi, Ana Paula Janner, Baptista, Rafael Reimann, Peyré-Tartaruga, Leonardo Alexandre, Mestriner, Régis Gemerasca
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/267090
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/267090
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Caminhada nórdica
Doença de Parkinson
Quedas
Parkinson’s Disease
Nordic Walking
Falls
Descripción
Sumario:Introdução: a preocupação com a ocorrência de quedas da própria altura e a redução da capacidade físico-funcional costumam acompanhar a Doença de Parkinson (DP). A melhora funcional induzida pela Caminhada Nórdica (CN) talvez reduza a preocupação com as quedas da própria altura nessa população. Objetivo: explorar, preliminarmente, se um protocolo de CN possui potencial para reduzir a preocupação de sofrer quedas, bem como avaliar se existe relação entre tal preocupação com algumas métricas de capacidade físico-funcional em pessoas com DP. Métodos: estudo quase-experimental. Participantes com diagnóstico médico de DP, entre 50 e 88 anos de idade (Hoehn & Yahr, entre 1 e 3), participaram do estudo. Os testes FES-I, PDQ-39, MoCA, UPDRS-III, TUG, sentar-levantare TC6 foram avaliados antes e após o protocolo de CN. Resultados: a distância percorrida no TC6 diferiu estatisticamente entre os momentos pré e pós-CN (p=0,032). O FES-I, o TUG, o sentar-levantar, o MOCA e o PDQ-39 não diferiram significativamente. Observou-se uma correlação significativa entre o FES-I pré-CN e o TC6 pós-CN (p=0,004). Conclusão: os níveis de preocupação de sofrer quedas não foram alterados pelo protocolo de CN, embora a preocupação inicial com as quedas possa estar associada à resposta funcional observada após a CN.