Rua Augusta: imaginários urbanos em diálogo
A Augusta viveu seu apogeu nas décadas 50 e 60, período em que abrigava algumas das lojas mais elegantes da cidade. Era a época em que os roqueiros cantavam Rua Augusta, de Hervé Cordovil (Entrei na Rua Augusta a 120 por hora...”) (Veja São Paulo, 18/11/2009). Nos anos 70, ainda era freqüen...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Ponto Urbe |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/217278 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/pontourbe/article/view/217278 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Antropologia urbana Rua Augusta São Paulo |
| Resumo: | A Augusta viveu seu apogeu nas décadas 50 e 60, período em que abrigava algumas das lojas mais elegantes da cidade. Era a época em que os roqueiros cantavam Rua Augusta, de Hervé Cordovil (Entrei na Rua Augusta a 120 por hora...”) (Veja São Paulo, 18/11/2009). Nos anos 70, ainda era freqüentada pelo público jovem, que desfilava com suas motos e carros. Foi a época que surgiram as galerias, centros comerciais, bares, discotecas, docerias, academias de musculação e cinemas.Seu esplendor passou a ter menos luz ainda nesta época, com a criação dos shoppings.O público sofisticado rareou e o comércio perdeu a sua força. Houve uma renovação quando o cinema Espaço Unibanco foi inaugurado, em 1993. Em 2005, doze anos, após a vinda dos cinéfilos, grupos de jovens e boêmios mudaram o aspecto decadente. |
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