Ambientes educadores : concepção projetual para a educação infantil
Este artigo parte da premissa de que os ambientes construídos para a Educação Infantil podem ser intencionalmente planejados para atuarem como agentes educadores de bebês e crianças pequenas. Com base no estudo de caso de uma escola de Educação Infantil emErechim/RS, a pesquisa teve por objetivo inv...
| Autores: | , , , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/236991 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/236991 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Educação infantil Arquitetura escolar Early childhood education Post-occupancy evaluation School architecture Walkthrough route Educación infantil Evaluación post-ocupación Arquitectura escolar Ruta walkthrough |
| Sumario: | Este artigo parte da premissa de que os ambientes construídos para a Educação Infantil podem ser intencionalmente planejados para atuarem como agentes educadores de bebês e crianças pequenas. Com base no estudo de caso de uma escola de Educação Infantil emErechim/RS, a pesquisa teve por objetivo investigar as relações entre os ambientes (internos e externos)e a proposta pedagógica da instituição para, a partir delas, delinear algumas considerações sobre seus efeitos na concepção projetual de escolas infantis. A metodologia da pesquisa foi a Avaliação Pós-ocupação alinhada com a Abordagem Experiencial. A experiência de campo se desdobrou a partir de um Percurso Walkthrough, que evidenciou os efeitos da forma e da configuração das salas nos arranjos espaciais e na circulação das crianças. Observou-se que as características e disposição do mobiliário nas salas partem de uma intencionalidade pedagógica; que além das condições de conforto e bem-estar, as paredes, pisos, tetos e janelas podem (e devem) ser exploradas pedagogicamente; e que se concebido e configurado como um ambiente integrador, o pátio coberto atua como facilitador das brincadeiras e interações entre as crianças das diferentes faixasetárias. Enfim, os resultadosconfirmam a necessidade da concepção projetual atentar para a flexibilidade, de forma que os ambientes possam ser adaptados àabordagem pedagógica da escola e às propostas dos professores. |
|---|