Comprimento de isquiotibiais, função motora grossa e marcha em crianças e adolescentes com paralisia cerebral

O objetivo desse estudo é verificar se há relação entre o comprimento dos isquiotibiais, função motora grossa e marcha em crianças e adolescentes com paralisia cerebral (PC). Os participantes, entre 6 e 18 anos, foram classificados pelo Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS) nos ní...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Chagas, Paula Silva de Carvalho, Peixoto, Jennifer Granja, Ortis, Maria das Dores Cabral, Ribeiro, Luiz Claudio, Alves, Jessica Wichili erreira, Defilipo, Erica Cesário
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Fisioterapia e Pesquisa
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/186894
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/fpusp/article/view/186894
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Marcha
Paralisia Cerebral
Sistema Musculoesquelético
Atividade Motora
Parálisis Cerebral;
Actividad Motora
Gait
Cerebral Palsy
Musculoskeletal System;
Motor Activity
Descripción
Sumario:O objetivo desse estudo é verificar se há relação entre o comprimento dos isquiotibiais, função motora grossa e marcha em crianças e adolescentes com paralisia cerebral (PC). Os participantes, entre 6 e 18 anos, foram classificados pelo Sistema de Classificação da Função Motora Grossa (GMFCS) nos níveis I, II e III através da escala Tardieu modificada, para avaliar o comprimento dos músculos isquiotibiais, sendo identificados em: R1 (primeira resistência da extensão da perna), R2 (segunda resistência da extensão da perna) e R2-R1 (diferença entre R1 e R2) do membro inferior esquerdo e direito. Para avaliar a função motora grossa, foi utilizado o teste gross motor function measure (GMFM-88), e a escala physicians rating scale modificada (PRS) foi utilizada para avaliar a marcha. Vinte e três participantes foram incluídos e os resultados evidenciaram correlações moderadas entre R1, R2 e PRS do membro inferior esquerdo e GMFM. As demais variáveis apresentaram uma correlação fraca.