Verso l’insegnante autorevole: ragioni e modalità
O presente artigo pretende lançar luz sobre algumas práticas que permitem ao professor expressar melhor as potencialidades de cada aluno. Após a apresentação de algumas possíveis causas que levam certos alunos a comportar-se de forma pouco edificante, o trabalho segue com uma exposição das razões qu...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista de Italianística (Online) |
| Idioma: | italiano |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/153273 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/italianistica/article/view/153273 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Authoritative teacher Neuroscience Adolescents Loving teacher Learning environment Researcher student Rewards and punishments Professor autorizante Neurociências Adolescentes Professor amoroso Ambiente de aprendizagem Aluno-pesquisador Recompensas e punições Insegnante autorevole Neuroscienze Adolescenti Insegnante amorevole Ambiente di apprendimento Studente ricercatore Premi e castighi |
| Sumario: | O presente artigo pretende lançar luz sobre algumas práticas que permitem ao professor expressar melhor as potencialidades de cada aluno. Após a apresentação de algumas possíveis causas que levam certos alunos a comportar-se de forma pouco edificante, o trabalho segue com uma exposição das razões que deveriam incentivar os professores a preferir um estilo educativo autorizante, a um estilo autoritário, permissivo e mesmo democrático, e uma definição de professor amoroso. O artigo traz, ainda, considerações sobre a técnica do convencimento racional, sobre o ambiente de aprendizagem, sobre a figura do estudante-pesquisador e sobre o sistema de recompensase punições, a ser substituído preferencialmente pelo sistema de consequências. Foram inseridas no trabalho, várias vezes, sugestões que provêm das neurociências. Em particular, reflete-se sobre a atenção que o professor deveria reservar à amídala dos alunos, uma vez que desempenha um papel importante nas emoções: uma consideração inadequada poderia induzir o aluno até a recusar-se a aprender com um determinado professor. Abordou-se, ainda, o discurso da peculiaridade do cérebro do adolescente, válido também, como no caso do escritor, quando se trata de estudantes universitários, porque, biologicamente, o cérebro, mesmo naquela idade, ainda não está maduro. |
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