Perfil dos professores/técnicos das equipes de futsal masculino da categoria "A" dos jogos estudantis da primavera: um comparativo dos anos de 2013 com o ano de 2015

Além de um formador desportivo, o professor/técnico é um formador educativo, ou seja, é um indiví­duo que desempenha um papel essencial no desenvolvimento da aprendizagem e no rendimento esportivo do praticante. O objetivo da presente pesquisa foi investigar o perfil dos professores/técnicos de futs...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Alves, Mylena Aparecida Rodrigues, Kviatkovski, Bruno Leonardo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Futsal e Futebol
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbff.com.br:article/537
Acceso en línea:https://www.rbff.com.br/index.php/rbff/article/view/537
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Futsal
Coach in the School
Profile
Fútbol Sala
Profesor/Entrenador
Perfil
Insegnante/allenatore
Profilo
Professor/Técnico
Professor/treinador
Descripción
Sumario:Além de um formador desportivo, o professor/técnico é um formador educativo, ou seja, é um indiví­duo que desempenha um papel essencial no desenvolvimento da aprendizagem e no rendimento esportivo do praticante. O objetivo da presente pesquisa foi investigar o perfil dos professores/técnicos de futsal masculino dos Jogos Estudantis da Primavera da cidade de Ponta Grossa-PR, nos anos de 2013 e 2015. Para tal foi utilizado um formulário de perguntas, juntamente com observações comportamentais. A amostra foi de 21 professor/técnico no ano de 2013, sendo 18 formados em Educação Fí­sica três sem formação ou com formação em outras áreas; 15 com algum tipo de remuneração e seis não obtiveram qualquer remuneração realizando o mesmo papel; em relação ao gênero, 18 foram homens e três foram mulheres. Já no ano de 2015 a amostra foi de 19 professor/técnico, todos formados em Educação Fí­sica; 16 com algum tipo de remuneração e três sem qualquer remuneração; em relação ao gênero 17 foram homens e duas mulheres. O que se configura como um fator motivacional na carreira de técnicos esportivos, não é exclusivamente o retorno financeiro, é o amor pela modalidade esportista trabalhada e a satisfação em formar atletas que os impulsiona a se dedicarem à carreira de professores/técnicos em competições estudantis.