The flâneur faggot and the city of the future: queer utopia in “The Cult”
Nos últimos anos, nota-se, no cinema brasileiro, o surgimento de uma vasta produção que reflete discussões de movimentos sociais sobre diferentes questões urbanas, como gentrificação, especulação imobiliária e ocupação do espaço público. Através da análise fílmica do longa-metragem pernambucano de f...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Virus |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/229094 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/virus/article/view/229094 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cinema queer Cinema brasileiro Cidade Flaneurismo Ficção científica Queer cinema Brazilian cinema City Flâneurialism Science Fiction |
| Sumario: | Nos últimos anos, nota-se, no cinema brasileiro, o surgimento de uma vasta produção que reflete discussões de movimentos sociais sobre diferentes questões urbanas, como gentrificação, especulação imobiliária e ocupação do espaço público. Através da análise fílmica do longa-metragem pernambucano de ficção científica A seita (A SEITA, 2015), o presente artigo pretende discorrer sobre o modo como o pensamento queer pode contribuir para o debate sobre usos políticos do espaço público no contexto nacional. Partindo de reflexões sobre a relação entre sexualidade e cidade de diferentes teóricos queer, com especial atenção ao Sul Global, buscaremos inserir o filme analisado dentro de um panorama de debates sobre a luta de direito à cidade em Recife. Articulando conceitos como o “flâneur perverso” de Paul Preciado (2017), a “utopia queer” de José Esteban Muñoz (2019) e o “espaço queer” de Bobby Benedicto (2013), discutiremos o modo como o discurso fílmico nos propõe, através do uso da ficção científica, a imaginação não apenas de uma nova cidade possível, mas também de uma outra futuridade possível para sujeitos queer que habitam o Sul Global. |
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