Leitura nas telas: os jovens na internet

A partir de uma problematização entre três matrizes de conhecimento, o construtivismo francês, a teoria crítica e o cognitivismo na pesquisa sobre leitura, descrevem resultados de pesquisa realizada com (60) jovens freqüentadores da sala web da Biblioteca da Universidade, durante seu processo de nav...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Mostafa, Solange Puntel, Gonzáles, Priscila, Ranzan, Eni Maria, Moraes, Lisiane da Silva
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2008
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositório:ETD - Educação Temática Digital
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/761
Acesso em linha:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/article/view/761
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Processo de leitura. Internet. Ciberespaço. Navegação. Leitura on-line. Juventude na internet.
Juventude na Internet
Descrição
Resumo:A partir de uma problematização entre três matrizes de conhecimento, o construtivismo francês, a teoria crítica e o cognitivismo na pesquisa sobre leitura, descrevem resultados de pesquisa realizada com (60) jovens freqüentadores da sala web da Biblioteca da Universidade, durante seu processo de navegação em frente às telas. Os resultados evidenciaram quatro tipos de pesquisa sendo realizadas pelos jovens: pesquisa utilitária, pesquisa de mídia, pesquisa universitária e pesquisa escolar. Algumas regularidades do processo de navegação foram identificadas em todas as faixas categorizadas, como a consulta ao correio eletrônico e a familiaridade (quase natural) com a estrutura de banco de dados da internet. O paradoxo levantado pelo construtivismo pedagógico foi contraposto às posturas mais radicais à esquerda em autores para quem é impossível uma educação crítica no ciberespaço; os resultados da pesquisa evidenciam um caminho novo de leitura, diferente do preconizado pela teoria crítica e ainda não contemplado também pelo cognitivismo dos programas de leitura tradicionais.