Antonio Bandeira Trajano e a renovação pedagógica lida em livros escolares: ensinar Aritmética de modo intuitivo (final do século XIX)

Este artigo apresenta resultados de pesquisas que foram sendo desenvolvidas desde a iniciação científica ao doutorado. Ao trafegar por tantos caminhos possíveis de pesquisas, sempre me sentir atraído pelo tema o ensino intuitivo de Aritmética em escolas primárias, durante o final do século XIX. Ao t...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Oliveira (Brasil), Marcus Aldenisson
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Associação Sul-Rio-Grandense de Pesquisadores em História da Educação (ANPUH-RS)
Repositório:História da Educação
Idioma:português
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/79977
Acesso em linha:https://seer.ufrgs.br/index.php/asphe/article/view/79977
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Antonio Bandeira Trajano
Aritmética
Livro escolar
Método intuitivo
Pedagogia prático-intuitiva
Descrição
Resumo:Este artigo apresenta resultados de pesquisas que foram sendo desenvolvidas desde a iniciação científica ao doutorado. Ao trafegar por tantos caminhos possíveis de pesquisas, sempre me sentir atraído pelo tema o ensino intuitivo de Aritmética em escolas primárias, durante o final do século XIX. Ao tomar para análise a trilogia aritmética de Antonio Bandeira Trajano – Aritmética Primária, Aritmética elementar ilustrada e Aritmética progressiva –, cheguei à uma clara evidência de que o Brasil apropriou dos Estados Unidos não só um modelo pedagógico – o ensino intuitivo de Aritmética –, mas também um modelo gráfico-editorial de livro escolar. Para além disso, as três obras aqui analisadas são testemunhas das primeiras tentativas de constituição de uma pedagogia da Aritmética em escolas primárias brasileiras, a qual denominei de pedagogia prático-intuitiva.