Variações metodológicas na congelação de sêmen bovino sexado

Está sendo amplamente difundida no Brasil e no mundo a sexagem de sêmen bovino através de citometria de fluxo. Considerando que não só o processo de criopreservação como também o processo de separação causam danos às células, esses danos têm sido amplamente estudados buscando-se alcançar maior prote...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Freitas, Camila de Paula [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2007
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/98219
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/98219
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bovino - Reprodução
Inseminação artificial
Semen
Sêmen sexado
Meios diluidores
Criopreservação
Sexed semen
Cryopreservation
Extenders
Cattle - Reproduction
Artificial insemination
Descripción
Sumario:Está sendo amplamente difundida no Brasil e no mundo a sexagem de sêmen bovino através de citometria de fluxo. Considerando que não só o processo de criopreservação como também o processo de separação causam danos às células, esses danos têm sido amplamente estudados buscando-se alcançar maior proteção para o sêmen sexado durante a congelação. O objetivo deste trabalho foi desenvolver uma metodologia de congelação de sêmen sexado bovino com a utilização de dois diferentes diluentes. Para isso, 2 ejaculados de 10 touros em idade reprodutiva foram coletados em vagina artificial, avaliados e preparados para a separação por citometria de fluxo. Após a passagem pelo citômetro, as amostras foram divididas em 3 grupos (diferentes metodologias). Todos os grupos foram divididos em 2 subgrupos (diferentes diluentes: TRIS meio extensor padronizado pelo laboratório em questão e o diluente Botu- Bov®, meio extensor comercializado no Brasil Biotech Botucatu). Para o grupo 1 (GI) a medotologia utilizada foi a mesma padronizada pelo protocolo Sexing Technologies do Brasil; para o grupo 2 (GII), foi utilizado glicerol para o inicio da refrigeração; e para o grupo 3 (GIII) a glicerilização foi realizada a 18ºC e não a 5ºC como no controle (GI). A avaliação do sêmen foi realizada através de análise computadorizada (CASA) e por sondas fluorescentes para função mitocondrial e integridade da membrana plasmática e acrossomal. Para análise estatística utilizou-se o método Tukey com nível de significância p<0,05...