A Existência e o Inefável, considerações sobre o absurdo e a linguagem

No absurdo os fatos perdem sua ordinariedade e ganham um por quê, e esta pequena pergunta quase nos deixa inertes, estatelados. Precisamos analisar em que momento da vida de um indivíduo nasceu esta questão e em que momento a corriqueira vida é tocada pelo espanto filosófico. A este fenômeno os pens...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Souza, Peter Franco de
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/12288
Acesso em linha:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/12288
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Absurd
Existence
Albert Camus
Loneliness
Poetry
Absurdo
Existência
Solidão
Poesia
Absurdo (Filosofia)
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::FILOSOFIA
Descrição
Resumo:No absurdo os fatos perdem sua ordinariedade e ganham um por quê, e esta pequena pergunta quase nos deixa inertes, estatelados. Precisamos analisar em que momento da vida de um indivíduo nasceu esta questão e em que momento a corriqueira vida é tocada pelo espanto filosófico. A este fenômeno os pensadores existencialistas dão o nome de angústia. Angústia esta que caminha em direção ao Nada, que é pura possibilidade. Diante da possibilidade o homem encara sua liberdade escolhendo-a. É sobre este processo de singularização e sobre este homem absurdo que ama um mundo absurdo que trataremos em nosso texto.