Raperas sudacas: a poética amefricana e mestiza sapatão na América Latina
A dissertação Raperas Sudacas: a poética amefricana e mestiza sapatão na América Latina é uma paralaxe sobre a história do Hip Hop, pois apresenta uma mudança no ângulo de visão e informa como as sapatão amefricanas e mestizas produzem arte e resistência em um movimento tido como masculinista e mach...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/30488 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/30488 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Estudos Interdisciplinares Sobre Mulheres, Gênero e Feminismo Decolonialidade Sapatão Etnomusicologia Raça Etnografia virtual América Latina |
| Sumario: | A dissertação Raperas Sudacas: a poética amefricana e mestiza sapatão na América Latina é uma paralaxe sobre a história do Hip Hop, pois apresenta uma mudança no ângulo de visão e informa como as sapatão amefricanas e mestizas produzem arte e resistência em um movimento tido como masculinista e machista. Essa paralaxe foi construída com aportes da decolonialidade e da interseccionalidade, práticas teóricas que colocam a questão racial como eixo central de seus estudos a partir das experiências vividas por povos da diáspora africana, povos nativos latino-americanos e pessoas racializadas como um todo. Ainda assim, é a partir dos conhecimentos produzidos pelas raperas sapatão amefricanas e mestizas Rebeca Lane, Krudas Cubensi, Luana Hansen, Dory de Oliveira e Annie Ganzala, transmitidos oral e visualmente, que essa construção foi executada, fundamentada no exercício diário de interação com as raperas e seus discursos artivistas por meio da virtualidade. Por isso, apresento aqui debates tanto sobre a etnomusicologia, um estudo da música dentro do seu contexto cultural, nesse caso a sociedade latino-americana do século XXI utilizadora das redes sociais, quanto sobre a etnografia virtual, método de pesquisa que problematiza o uso da internet para a realização de uma etnografia no virtual, do virtual e por meio do virtual. Diante dessas concepções cabe destacar esse trabalho enquanto parte de uma cartografia sonora e social que vem sendo construída por etnomusicóloga(o)s e autora(e)s decoloniais e interseccionais latino-americana(os) e, assim como outras pesquisas dessas áreas, surge para gerar tensionamentos nos movimentos feministas hegemônicos e também no movimento Hip Hop. |
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