Cultura e revanche na guerra social: comentários sobre Branco sai, preto fica, de Adirley Queirós
Este ensaio propõe uma reflexão sobre o longa-metragem brasileiro Branco sai, preto fica (2014), dirigido por Adirley Queirós, e sua pertinência histórica ao capturar o drama atingido pela dinâmica política e cultural do país. O híbrido de documentário e ficção formaliza embates com a nova forma de...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) |
| Repositorio: | Revista do Instituto de Estudos Brasileiros |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/141513 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/141513 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Adirley Queirós Cinema cultura periférica conflitos sociais cinema peripheral culture social conflicts |
| Sumario: | Este ensaio propõe uma reflexão sobre o longa-metragem brasileiro Branco sai, preto fica (2014), dirigido por Adirley Queirós, e sua pertinência histórica ao capturar o drama atingido pela dinâmica política e cultural do país. O híbrido de documentário e ficção formaliza embates com a nova forma de produção artística que se difunde junto aos coletivos culturais desde a década de 1990, ao passo que discute as vicissitudes da experiência social periférica. Por fim, o ensaio sugere que a ousadia estética do filme apreende um movimento contemporâneo de ruptura – não isento de impasses – com mediações emergenciais que deram alento ao capitalismo no Brasil nos últimos anos. |
|---|