Adoção das IFRS no setor bancário brasileiro na percepção de especialistas, nos resultados e no nível de conservadorismo
O objetivo geral desse artigo é conhecer quais foram os efeitos da adoção parcial e compulsória das normas internacionais de contabilidade nos resultados dos bancos brasileiros e a percepção dos gestores e profissionais da área contábil destas instituições, bem como auditores externos e analistas do...
| Autores: | , , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa (INSPER) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da INSPER |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.insper.edu.br:11224/7321 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/7321 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | BACEN IFRS ROE ROA Conservadorismo |
| Resumo: | O objetivo geral desse artigo é conhecer quais foram os efeitos da adoção parcial e compulsória das normas internacionais de contabilidade nos resultados dos bancos brasileiros e a percepção dos gestores e profissionais da área contábil destas instituições, bem como auditores externos e analistas do mercado financeiro sobre essa forma de adoção. Foram encontradas diferenças significativas entre o retorno do ativo apurado à luz do BACEN, em relação ao apurado à luz das IFRS. Ademais, os números divulgados segundo as regras do BACEN são mais conservadores, o que foi confirmado pelas entrevistas com os especialistas utilizando o método Delphi. Em relação aos efeitos práticos que a adoção das IFRS trouxe para o setor, foram citados pelos especialistas processos de controle interno, questões com o ambiente de TI, treinamento de pessoal, custo de observância e utilidade dessas demonstrações para cada tipo de instituição. Esse trabalho traz como contribuição prática e teórica junto aos profissionais e a academia, a compilação das implicações práticas do uso de dois conjuntos de normas (BACEN e IFRS) pelas instituições financeiras e as divergências entre elas no nível de conservadorismo e em suas medidas de desempenho. |
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