Entre la religion et la liberté moderne, entre le subi et le voulu: considérations à partir de la pensée de Marcel Gauchet et celle de Pierre Manent
O presente trabalho tem por objetivo expor breves notas sobre dois eminentes filósofos franceses contemporâneos: Marcel Gauchet e Pierre Manent. Primeiramente, apresentar-se-á o pensamento de Gauchet, sublinhando-se a tese (exposta sobretudo na obra Le Désenchantement du monde) segundo a qual a soci...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Defensoria Pública da União (DPU) |
| Repositorio: | Revista da Defensoria Pública da União (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.172.28.97.76:article/66 |
| Acceso en línea: | https://revistadadpu.dpu.def.br/article/view/66 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Religion État Démocratie Vérité Liberté Propriété Religião Estado Democracia Verdade Liberdade Propriedade |
| Sumario: | O presente trabalho tem por objetivo expor breves notas sobre dois eminentes filósofos franceses contemporâneos: Marcel Gauchet e Pierre Manent. Primeiramente, apresentar-se-á o pensamento de Gauchet, sublinhando-se a tese (exposta sobretudo na obra Le Désenchantement du monde) segundo a qual a sociedade moderna encontra-se atualmente em um processo inexorável de saída da religião. Em seguida, algumas convicções de Manent serão explicitadas no que concerne (1) à religião na sociedade moderna; (2) à influência da democracia moderna na relação tensional entre a religião e a república e, a partir daí (3) à questão que se coloca quanto à relação entre três conceitos: verdade, liberdade e propriedade. Estes três pontos serão trabalhados fundamentalmente a partir do texto Le vecteur théologico-politique, encontrado na obra Cours familier de philosophie politique. Finalmente, a conclusão será destinada a colocar em evidência algumas consonâncias e também algumas diferenças encontradas a partir da leitura destes pensadores tão profundos quanto renomados. |
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