Governo das consciências e controle moral: confessionalização e a atuação do clero nas ilhas Filipinas (1581-1617)
Analisa-se as concepções teológicas e jurídicas e a ação do corpo eclesiástico nas ilhas Filipinas, no contexto posterior ao Concílio de Trento, descrevendo as formas e as especificidades dos processos de reforma eclesiástica e confessionalização no arquipélago oriental. O período estudado é o gover...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) |
| Repositório: | Revista Ágora (Vitória) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufes.br:article/33439 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufes.br/agora/article/view/33439 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Filipinas Reforma católica Confessionalização |
| Resumo: | Analisa-se as concepções teológicas e jurídicas e a ação do corpo eclesiástico nas ilhas Filipinas, no contexto posterior ao Concílio de Trento, descrevendo as formas e as especificidades dos processos de reforma eclesiástica e confessionalização no arquipélago oriental. O período estudado é o governo episcopal de Domingo de Salazar e as duas primeiras décadas após a elevação da diocese à condição de arcebispado, estas marcadas por vacâncias no governo eclesiástico. São destacadas a atuação de instituições e os discursos caros à reforma católica, como o governo das consciências, o controle da Inquisição sobre os confessores, o clamor por visitações e a busca pela moralidade de fiéis e do clero. Nesse sentido, conclui-se que a ideia de frailocracia, que caracteriza as Filipinas como uma situação de desobediência generalizada do clero, na qual os freis gozariam de grandes liberdades políticas e sociais, não é um conceito apropriado. |
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