Mulheres na cena da escrita: Maria Valéria Rezende

Partindo da análise de questões que envolvem a mulher, este estudo visa investigar as obras Quarenta dias (2014) e Carta à rainha louca (2019), de Maria Valéria Rezende, em especial o papel das mulheres-narradoras e sua relação com outras mulheres a quem essas narrativas são endereçadas: no primeiro...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Macedo, Viviane de Medeiros
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/17121
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17121
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Destinación
Escritura femenina
Maria Valéria Rezende
Endereçamento
Escrita feminina
Rezende, M.V. (Maria Valéria), 1942- – Crítica e interpretação
Rezende, M.V. (Maria Valéria), 1942-. Quarenta dias
Rezende, M.V. (Maria Valéria), 1942-. Carta à rainha louca
Mulheres na literatura
Mulheres e literatura
LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA
Descripción
Sumario:Partindo da análise de questões que envolvem a mulher, este estudo visa investigar as obras Quarenta dias (2014) e Carta à rainha louca (2019), de Maria Valéria Rezende, em especial o papel das mulheres-narradoras e sua relação com outras mulheres a quem essas narrativas são endereçadas: no primeiro caso, à Barbie, que aparece na capa do caderno no qual a narradora escreve e, no segundo caso, uma carta destinada à rainha d. Maria I de Portugal. Entende-se que ambos endereçamentos apontam para os papéis que as mulheres podem ocupar, ou mesmo são destinadas a ocupar, na sociedade. Narradoras e narratárias são personagens que transitam do espaço privado para o público, embaralhando identidades e promovendo deslocamentos de territórios, de papéis sociais e de destinação da literatura a um personagem não neutro: a leitora mulher, que é chamada a tomar uma posição de agente e não de simples receptora passiva da literatura