A psicose como criação na obra de Piera Aulagnier e Cornelius Castoriadis

A presente dissertação tem como objetivo investigar a formação do eu na psicose, enfatizando especificamente no tipo clínico da paranoia e seu funcionamento no aparelho psíquico. O método adotado para análise foi a Psicanálise destacando a classificação de doenças diante da nosologia atual e interro...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Garcia Neto, Antonio
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufms.br:123456789/2677
Acceso en línea:https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/2677
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Psicanálise
Transtornos Psicóticos
Transtornos Paranoides
Psychoanalysis
Psychotic Disorders
Paranoid Disorders
Descripción
Sumario:A presente dissertação tem como objetivo investigar a formação do eu na psicose, enfatizando especificamente no tipo clínico da paranoia e seu funcionamento no aparelho psíquico. O método adotado para análise foi a Psicanálise destacando a classificação de doenças diante da nosologia atual e interrogando os sintomas e suas manifestações. Partindo de princípios teóricos da Psicanálise sobre o mecanismo de formação das psicoses a singularidade de suas manifestações na paranoia, com proposta de elucidação sobre os desdobramentos clínicos. Estas articulações abordaram as formulações que norteiam o tema especificamente enfatizando a estrutura do delírio como marco diferencial que a Psicanálise oferece ao discurso da normatização. O percurso abordou a epistemologia do conceito, incluindo desde a direção ao método de tratamento, dispondo das principais bases de compreensão do fenômeno. Foi tomado como referencia a Psicanálise, até as contribuições de Cornelius Castoriadis e o desenvolvimento psicanalítico realizado por Piera Aulagnier. Como resultado desta pesquisa, apontamos a emersão do sujeito da Psicose – paranoico- para além de uma patologia clássica. Podendo, assim, colocar outras perspectivas da atuação psicanalítica, tendo como perspectiva o resgate do processo subjetivo de formação do eu e o advento do sujeito na paranoia, o qual constrói sua própria modalidade de existência.