Fronteiras marítimas : soberania e ambiente numa perspectiva brasileira
Esta dissertação analisa as concepções de territorialidade marítima, considerando o contexto das mudanças globais e as diversas formas de soberania e apropriação desses territórios. Mediante uma revisão bibliográfica abrangente, investiga-se a evolução histórica das relações políticas internacionais...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/275389 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/275389 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Geografia política Geopolítica Fronteiras marítimas Maritime borders Maritime territories Global changes Geopolitics |
| Sumario: | Esta dissertação analisa as concepções de territorialidade marítima, considerando o contexto das mudanças globais e as diversas formas de soberania e apropriação desses territórios. Mediante uma revisão bibliográfica abrangente, investiga-se a evolução histórica das relações políticas internacionais relacionadas à demarcação de territórios marítimos, particularmente à luz da Convenção de Montego Bay (1982) e o tratado do Alto Mar (2023). Por meio da revisão sistemática da literatura acadêmica, busca-se aprofundar o entendimento sobre as fronteiras marítimas e analisar a produção científica pertinente a esse tema em português. Considerando o contexto do Antropoceno, um período caracterizado por mudanças ambientais profundas desencadeadas pela ação humana, é fundamental examinar a coerência entre a compreensão da importância dos oceanos como prestadores de serviços ecossistêmicos e as diferentes estratégias de territorialização. Além disso, ao utilizar ferramentas conceituais da Geografia em conjunto com as revisões bibliográficas e análise de acordos e convenções que regulamentam os espaços marítimos, busca-se compreender as transformações políticas no cenário de emergência climática e ambiental do Antropoceno. Conclui-se que a abordagem utilizada nas fronteiras marítimas está centrada no estado e suas relações contribuem para um padrão de degradação ambiental. Diante disso o Tratado do Alto Mar gera desafios para a compreensão de uma territorialização multiescalar mais compatível com a formulação de políticas que promovam a utilização sustentável dos mares. |
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