Cuidados paliativos em oncologia pediátrica : percepções, saberes e práticas na perspectiva da equipe multiprofissional
Objetivos: Conhecer as percepções, saberes e práticas da equipe multiprofi ssional na atenção às crianças em cuidados paliativos em unidade de oncologia pediátrica. As questões norteadoras basearam-se no cotidiano do cuidado, nas facilidades e nas difi culdades vivenciadas, aspectos essenciais da ab...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/129504 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/129504 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cuidados paliativos Oncologia pediátrica Equipe de assistência ao paciente Palliative care Oncology Paediatrics Patient care team Oncología médica Pediatría Grupo de atención al paciente |
| Sumario: | Objetivos: Conhecer as percepções, saberes e práticas da equipe multiprofi ssional na atenção às crianças em cuidados paliativos em unidade de oncologia pediátrica. As questões norteadoras basearam-se no cotidiano do cuidado, nas facilidades e nas difi culdades vivenciadas, aspectos essenciais da abordagem profi ssional, e no enfoque interdisciplinar na atenção às crianças em cuidados paliativos e suas famílias. Método: Pesquisa qualitativa, exploratória e descritiva. Os dados foram coletados de junho a outubro de 2013 junto a nove profi ssionais integrantes da equipe multidisciplinar por meio de entrevista semiestruturada e submetidos à análise temática. Resultados: Da análise emergiram quatro temas intitulados cuidados paliativos: concepções da equipe multiprofi ssional; a construção de um cuidado singular; as facilidades e as difi culdades vivenciadas pela equipe e aprendizagens signifi cativas. Conclusões: Os temas revelaram que a equipe sofre, igualmente, com a morte da criança e, de forma semelhante à família, move-se em direção à construção de mecanismos de enfrentamento para a elaboração do luto. Paradoxalmente, a equipe compartilha saberes para delinear as bases do projeto terapêutico singular a ser implementado e insere a família nesse processo para que possa assumir o protagonismo do cuidado à criança. |
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