| Sumario: | A presente pesquisa objetivou realizar uma revisão sistemática sobre o papel da equipe multiprofissional de cuidados paliativos em oncologia pediátrica nas bases de dados PePSIC, SciELO e BVS, dos últimos cinco anos (2012-2016), a coleta dos artigos ocorreu através da combinação de descritores. De modo geral, os resultados foram organizados em três categorias: 1) Repercussões do câncer infantil na vivência familiar; 2) Tipos de coping utilizados na hospitalização e; 3) Cuidados paliativos – experiência de pacientes, familiares e profissionais da equipe multiprofissional. Foi possível observar que a temática abordada nesse estudo ainda é insipiente na literatura e que a graduação não prepara os profissionais para a atuação em cuidados paliativos. O câncer provoca mudanças na dinâmica familiar exigindo troca de papéis assumidos na família. É reconhecida a importância da humanização, porém ainda existem inúmeras dificuldades para executá-la, além de ser possível observar que o câncer pediátrico mobiliza tanto o paciente quanto os familiares e profissionais a buscarem formas de enfrentar e ressignificar o sofrimento. Quanto ao psicólogo na equipe de cuidados paliativos percebe-se que é reconhecida a importância atuação visto que este é o profissional capacitado para ouvir e acolher o sofrimento de todos os envolvidos (paciente, familiar, profissionais) dando espaços a questões psicológicas e emocionais decorrentes do adoecimento e hospitalização.
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