Mediastinite pós operatória em cirurgia cardíaca / Postoperative Mediastinitis in Cardiac Surgery

Este artigo buscou detalhar como ocorre a mediastinite pós-operatória em cirurgia cardíaca e quais os impactos gerados em pacientes submetidos a este tipo de procedimento. A mediastinite possui uma alta taxa de mortalidade e morbidade, porém uma baixa prevalência, causada por infiltração e desenvolv...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Ana Clara Leite, Campos, Ana Clara Fernandes, Sousa, Andressa Araújo Andrade, Filho, Júlio César Cimino Pereira, Pereira, Letícia Cimino Portes, Miranda, Matheus Carvalho Siqueira, Silva, Pedro Vieira, Corrêa, Mônica Isaura
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP)
Repositorio:Brazilian Journal of Health Review
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/39183
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/39183
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mediastinite
Pós-operatório
Cirurgia cardíaca.
Descripción
Sumario:Este artigo buscou detalhar como ocorre a mediastinite pós-operatória em cirurgia cardíaca e quais os impactos gerados em pacientes submetidos a este tipo de procedimento. A mediastinite possui uma alta taxa de mortalidade e morbidade, porém uma baixa prevalência, causada por infiltração e desenvolvimento ou proliferação de agentes infecciosos em resposta ao dano tecidual envolvendo o mediastino, causada por bactérias Gram positivas e Gram negativas. As diversas causas de infecção mediastinal envolvem fatores de risco antes, pré e após a cirurgia. O diagnóstico geralmente é clínico, se manifestando em um padrão sistêmico, além de apresentar achados em exames laboratoriais e imagens. A classificação é dividida em cinco tipos, realizada a partir do tempo do pós-operatório, os fatores de risco e tratamento. A infecção mediastinal é uma complicação grave da cirurgia, geralmente requer terapia antibacteriana de alto custo, cirurgia adicional com o intuito de controlar a infecção e estadias mais longas no hospital. Ainda que as técnicas venham sendo cada vez mais aprimoradas com auxílio do desenvolvimento de equipamentos e drogas farmacológicas, falta um maior investimento em estudos nesse contexto, a fim de diminuir o risco de infecções cirúrgicas e eventualmente a óbito.