Fatores de risco para mediastinite em cirurgia de revascularização do miocárdio em hospital de referência / Risk factors for mediastinitis in myocardial revascularization surgery in reference hospital
Objetivo: Identificar os fatores de risco mais prevalentes para a mediastinite no pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio, associando-os ao escore de risco, em um hospital de referência do SUS, em Recife. Método: Trata-se de um estudo transversal, descritivo com abordagem quantit...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/28416 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/28416 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cirurgia Torácica Mediastinite Cuidados de Enfermagem. |
| Sumario: | Objetivo: Identificar os fatores de risco mais prevalentes para a mediastinite no pós-operatório de cirurgia de revascularização do miocárdio, associando-os ao escore de risco, em um hospital de referência do SUS, em Recife. Método: Trata-se de um estudo transversal, descritivo com abordagem quantitativa, retrospectiva. A pesquisa investigou 81 prontuários de pacientes que realizaram cirurgia de revascularização (CRM) entre o período de agosto de 2017 a agosto de 2018, no setor de Serviço de Arquivo Médico e Estatístico (SAME) do Hospital Agamenon Magalhães – HAM. O instrumento utilizado foi o modelo de Escore de Magedanz Adaptado e um formulário elaborado pelos pesquisadores para análise do pós-operatório e desfecho do internamento. Resultados: Dos prontuários analisados, 59,26% eram do sexo masculino. Dentre os fatores de risco mais prevalentes do pré-operatório, foi encontrado a HAS com 93,82% e DAC com 54,32%. De acordo com o escore de risco de mediastinite, houve predomínio de 46,91% de pacientes com baixo risco, seguido por 34,56% com médio risco e 18,51% com alto risco. Conclusão: Os achados dessa investigação reforçam a relevância de se pesquisar e identificar, na anamnese pré-operatória, os fatores de risco para a mediastinite, infrequente, mas grave complicação, e associá-los ao escore de risco aplicado, visa um melhor manejo terapêutico, para que haja um menor impacto negativo no processo cicatricial profundo. |
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