Dispositivos volitivos e não volitivos utilizados no treinamento e na terapia vocal
Introdução: Dispositivos são um dos ingredientes que otimizam resultados nas intervenções vocais. Objetivo: Mapear, descrever e categorizar os dispositivos utilizados por fonoaudiólogos nas intervenções vocais e na literatura cientifica. Método: Essa dissertação divide-se em dois estudos. 1) Primeir...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Paraíba (UFPB) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpb.br:123456789/29523 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/29523 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FONOAUDIOLOGIA Distúrbios da voz Fonoaudiologia Fonoterapia Treinamento da voz Speech Language and Hearing Sciences Speech therapy Voice Voice disorders Voice training |
| Sumario: | Introdução: Dispositivos são um dos ingredientes que otimizam resultados nas intervenções vocais. Objetivo: Mapear, descrever e categorizar os dispositivos utilizados por fonoaudiólogos nas intervenções vocais e na literatura cientifica. Método: Essa dissertação divide-se em dois estudos. 1) Primeiro um estudo transversal. 148 fonoaudiólogos com prática clinica em Voz responderam um questionário sobre dados sociodemográficos, atuação e formação profissional, e sobre uso de dispositivos nas intervenções vocais. A coleta foi realizada por Google Forms. Os dados foram analisados de forma descritiva e inferencial. 2) Segundo uma revisão de escopo norteada pela pergunta: "Quais os dispositivos utilizados nas intervenções vocais?". Realizou-se busca eletrônica nas bases: MEDLINE, LILACS, SCOPUS, Web of Science, EMBASE e Cochrane Library; e manual nas bases: BDTD, ASHA WIRE, Clinical Trials, Journal of Voice e ProQuest. Incluiu-se estudos com participantes adultos ou idosos que utilizavam dispositivo na intervenção vocal. A seleção dos artigos e extração de dados foram realizadas por dois revisores cegos e independentes. As discordâncias foram resolvidas em consenso. A análise dos dados foi realizada descritivamente. Resultados: 1) Fonoaudiólogos com especialização em voz têm maior chance de usar termoterapia e não usar bandagem elástica, ultrassom terapéutico e nebulizador. Especialistas em voz tém menor chance de utilizar eletroestimulação. O tempo de atuação em voz determina a utilização da fotobiomodulação e do dispositivo de retorno e monitoramento auditivo; tempo de formação em fonoaudiologia influencia no uso da eletroestimulação; a idade do profissional, no uso da estimulação vibratória. Em profissionais da voz, há maior probabilidade do uso da estimulação vibratória, dispositivo de retorno e monitoramento auditivo, termoterapia e nebulização; e menor chance para o nebulizador. Em crianças, há menor chance para a fotobiomodulação; em adolescentes, há maiores chances de uso da estimulação vibratória e, em idosos, a termoterapia. 2) As publicações que utilizam dispositivos são atuais, principalmente, nos Estados Unidos da América e no Brasil, em disfonia comportamental e em ambos os generos. Quarenta e très tipos de dispositivos foram utilizados, em sua maioria de forma volitiva, com destaque para o tubo de silicone com alvo na função vocal, e mecanismo de ação na interação fonte-filtro. A dosagem dos dispositivos foi controlada por tempo, e as medidas de desfechos, a análise acústica e a autoavaliação. Conclusão: 1) Os tubos, canudos e as máscaras foram os dispositivos mais usados. Titulo de especialista e especialização, tempo de formação e atuação, população-alvo, são determinantes na utilização dos dispositivos. O foco de uso dos dispositivos foi a função vocal. A aplicabilidade dos dispositivos foi, especialmente, em disfonia comportamental. O fonoaudiólogo qualifica-se para utilização dos dispositivos e prescreve-a por tempo. No estudo 2, a utilização dos dispositivos ganhou notoriedade na última década nos Estados Unidos da América e Brasil. Eles são utilizados em adultos com disfonia comportamental, de diferentes géneros. O tubo de silicone foi o mais utilizado com foco na função vocal, e com mecanismo de ação, a interação fonte-filtro. A dosagem é prescrita em tempo e as principais avaliação são a autoavaliação e a análise acústica. |
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