"Fístula faringocutânea após laringectomia total: revisão sistemática e implicações para a enfermagem"
Esta pesquisa utilizou a revisão sistemática com o objetivo de identificar os principais tratamentos da fístula faringocutânea após a laringectomia total e elaborar recomendações para as intervenções de enfermagem na assistência ao paciente submetido a laringectomia total, com a complicação fístula...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2004 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-07072004-122147 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-07072004-122147/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Complicação Complication Fístula Faringocutânea Laringectomia Total Pharyngocutaneous Fistula Total Laryngectomy |
| Resumo: | Esta pesquisa utilizou a revisão sistemática com o objetivo de identificar os principais tratamentos da fístula faringocutânea após a laringectomia total e elaborar recomendações para as intervenções de enfermagem na assistência ao paciente submetido a laringectomia total, com a complicação fístula faringocutânea. Foram previamente localizados 1007 estudos, dos quais foram selecionados 37 estudos publicados em periódicos científicos indexados no Pubmed, Biomednet, Cinahl, Cochrane Library, MEDLINE e LILACS, desses 17 (46%) abordavam o tratamento da fístula faringocutânea, após laringectomia total, 10 (27%) discutiam os fatores de risco e os outros 10 (27%) as complicações após a laringectomia total. A análise desses artigos revelou que o delineamento da pesquisa predominante nos estudos foi o retrospectivo com 88,5%, e 11,5% prospectivos. A média de tempo de acompanhamento foi de 8,8 anos e a incidência de fístula faringocutânea, após a laringectomia total variou entre 8,7% e 27,0%, envolvendo um total de 635 pacientes. Os fatores de risco estudados pelos pesquisadores foram: radioterapia pré-operatória, técnica cirúrgica, traqueostomia pré-operatória, estadiamento do tumor, febre, doenças crônicas, vômito, nível de hemoglobina e reinício da alimentação oral, formando subgrupos com um número menor de pacientes e, conseqüentemente obtiveram percentuais individuais maiores de incidência da fístula faringocutânea, quando comparados com o índice geral de fístula proveniente da amostra inicial do estudo. O tratamento conservador e cirúrgico da fístula tem por finalidade preservar e restaurar a região lesada e envolve um processo complexo, dinâmico e sistêmico. Esta complicação aumentou o período de internação e de cicatrização, com médias de 28 e de 36 dias respectivamente. O tratamento predominante é ainda o conservador que implica cuidados higiênicos intensivos e o tratamento da ferida. O planejamento da assistência de enfermagem alicerçado em conhecimentos e habilidades técnico-científicas acerca do tratamento de feridas aliadas à dimensão psicossocial resultarão em intervenções de maior qualidade.A incorporação de conhecimentos oriundos da prática baseada em evidências na prática clínica, trará maior consistência à atuação do enfermeiro no cuidado do laringectomizado total e portador de fístula faringocutânea. |
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