Análise de fatores emocionais e cognitivos preditivos da autonegligência em idosos

É proposto que a inabilidade do indivíduo manter um padrão de autocuidado em grau aceito socioculturalmente, com potencial de gerar consequências ruins para a saúde e bem-estar e até para a comunidade seja entendida como um quadro de autonegligência. Diante da demanda por um conhecimento aprofundado...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Ogassavara, Dante, Tertuliano, Ivan Wallan, Bartholomeu, Daniel, Brech, Guilherme Carlhos, Montiel, José Maria
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Psicologia e Saber Social
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/88267
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/psi-sabersocial/article/view/88267
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Envelhecimento
Violência
Vulnerabilidade
Autocuidado
Autonegligência
Descripción
Sumario:É proposto que a inabilidade do indivíduo manter um padrão de autocuidado em grau aceito socioculturalmente, com potencial de gerar consequências ruins para a saúde e bem-estar e até para a comunidade seja entendida como um quadro de autonegligência. Diante da demanda por um conhecimento aprofundado quanto a autonegligência, esta pesquisa teve como objetivo avaliar fatores cognitivos e emocionais preditores da autonegligência em população idosa. Tratou-se de um delineamento de pesquisa de abordagem quantitativa, sendo um estudo transversal, descritivo e correlacional. Foram avaliados indicadores de autonegligência, o funcionamento cognitivo, a presença de sintomatologia depressiva e o risco de vitimização por alguma modalidade de abuso. Observou-se que as dimensões físicas e psicológicas dos indivíduos estiveram preservadas e pode-se observer um baixo risco dos participantes estarem sendo vitimizados por alguma modalidade de abuso, inconsolidando os enquadramentos como casos de autonegligência. Por meio de análises correlacionais, pôde-se observar correlações positivas entre as condições físicas e psicológicas da autonegligência e o risco de vitimização e abuso. Ao articular os achados da atual pesquisa com materiais disponíveis na literatura, pôde-se observar que os aspectos intrínsecos aos indivíduos idosos são mais relevantes para o estabelecimento de quadros de autonegligência do que elementos contextuais, sobretudo comprometimentos do funcionamento físico e psicológico.