ESTÉTICA E ÉTICA NA TERCEIRA CRÍTICA

 Trata-se de reexaminar a relação entre estética e ética na terceira Crítica, partindo de uma análise crítica do livro de Donald Crawford sobre a teoria estética de Kant, com O intuito de evitar o que seria uma “leitura reducionista” da filosofia kantiana. Assim como fora reduzida a uma Erkenntristh...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: de Oliveira, Nythamar Fernandes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Veritas (Porto Alegre. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistaseletronicas.pucrs.br:article/35034
Acceso en línea:https://revistaseletronicas.pucrs.br/veritas/article/view/35034
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Estética. Esteticismo. Ética. Filosofia transcendental. Moralismo. Unidade da razão. Teoria das representações.
Descripción
Sumario: Trata-se de reexaminar a relação entre estética e ética na terceira Crítica, partindo de uma análise crítica do livro de Donald Crawford sobre a teoria estética de Kant, com O intuito de evitar o que seria uma “leitura reducionista” da filosofia kantiana. Assim como fora reduzida a uma Erkenntristheorie pelos adeptos da escola neokantiana de Marburg, parece-nos igualmente infundada uma leitura da filosofia prática de Kant que reduza o sistema do idealismo transcendental a um moralismo ou que venha a subvertê-lo num esteticismo (pós-moderno). Ao retomar a teoria kantiana das representações, procuro responder aos problemas levantados pela leitura esteticista da crítica do juízo, particularmente, a concepção do belo enquanto símbolo fundante da moralidade, à luz do debate entre Donald Crawford e Paul Guvyver, de forma a mostrar em que sentido a “estética” (lato sensu) pode compreender um sentido “epistemológico” e “estético propriamente dito” (stricto sensu) sem incorrer numa forma de esteticismo.